Despida A despedida do que dói
Sai
Ela fica
Ele vai
O amor fica ao relento
Pleno de sofrimento e frio
Pleno de sofrimento e frio
Morre pobre coitado.
Pedinte e sem esmola
Como lhe correria o sangue
nas aurículas e ventrículos de que
a sua fisionomia o deleita
Estreita é fonte que o alimenta
E secou.
A roupa cai
ela fica
ela fica
ele vai.
Juliana Almeida
(Eu continuo a achar que os teus poemas mereciam o papel e uma capa forte, e como tal, fico à espera)
coiso. Menos muito menos loool
ResponderEliminarDeixa de ser ursa!
ResponderEliminarCONCORDO!
ResponderEliminarTenho que vir eu para aqui impor ordem? Fecho já este blog!
ResponderEliminaroh joao, nao venhas mandar po meu blog ta bem? aqui mando eu xD
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