18 de maio de 2010

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Despida
A despedida do que dói
Sai
Ela fica
Ele vai
O amor fica ao relento
Pleno de sofrimento e frio
Morre pobre coitado.

Pedinte e sem esmola
Como lhe correria o sangue
nas aurículas e ventrículos de que
a sua fisionomia o deleita
Estreita é fonte que o alimenta
E secou.
A roupa cai
ela fica
ele vai.

Juliana Almeida


(Eu continuo a achar que os teus poemas mereciam o papel e uma capa forte, e como tal, fico à espera)

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