14 de junho de 2010

A fita métrica do Amor...

«Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme para ti quando fala do que leu e viveu, quando te trata com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravada. É pequena para ti quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade. Uma pessoa é gigante para ti quando se interessa pela tua vida, quando busca alternativas para o teu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto. Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês. Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo. É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. O nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, torna-se mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes. Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho»




Martha Medeiros, in A fita métrica do amor

5 de junho de 2010

A viennetta...


Lembras-te?


Sabe a memórias de uma
infância muito feliz :)
As tardes de verão eram nossas
e da viennetta...

4 de junho de 2010

Albert Einstein

"A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo."

Leva-me aos Fados!

3 de junho de 2010

Meio gato, meio gente!

« Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim
que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza
de não me deixar tão solto.

Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar.
Sou fácil de ler, mas não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto.
Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim.
E me deixe ser, assim,
exatamente como eu sou.
Meio gato, meio gente.

Desconfiado e independente


Fernanda Mello

1 de junho de 2010


"As mulheres não adoecem mais facilmente no território da emoção por serem mais frágeis do que os homens, como sempre acreditou o machismo que reinou durante milénios. Exceptuando as causas metabólicas, elas adoecem em maior número porque amam, dão-se, entregam-se e preocupam-se mais com os outros do que os homens. Além disso, frequentemente são mais éticas, sensíveis e solidárias do que eles. Elas estão na vanguarda da batalha da vida, por isso, estão mais desprotegidas. Os soldados na frente da batalha têm mais hipóteses de serem alvejados."



Augusto Cury, in A saga de um pensador